Um pouco de mim

Meus melhores pensamentos Ι minhas idiossincrasias Ι um pouco de mim.

quinta-feira, 11 de dezembro de 2014

Natureza Presente

Poste-se hoje diante de você! Agora reveja todos os teus conceitos, foram concebidos? formado na tua mente? Ou pré-concebidos? Há preconceito dentro do teu conceito? Fale todas as tuas verdades, mesmo que não as aceite verdadeiramente. Pense e lembre-se de todas as tuas mentiras, reflita sobre elas, foram realmente necessárias? O que é necessário hoje para teu presente? Isso mesmo teu presente, estais presente nele? Ou andas ansioso(a) pelo teu futuro? Futuro, teu futuro! Tens medo dele!? Não? Melhor que tenhas, aproveitando ao máximo no teu presente, organizando-se e planejando-se para olhar, observar e sentir: A clareza da Lua A energia do Sol A Leveza do Ar A força da água A firmeza da Terra E toda a beleza abundante e generosa da natureza, que podes desfrutar presentemente com amor, sem mentiras, preconceitos, trazendo em si a cura de qualquer dor. Paula Santana – 10/12/2014 (Pôéminha)

quinta-feira, 5 de junho de 2014


Caro amigo, me dirijo a VOCÊ que defende o Projeto NovoRecife, e a VOCÊ, que já ouviu falar mas não tem posição. Escrevo com o objetivo, talvez inútil, de lhe convencer de que o ‪#‎OcupeEstelita‬ é na verdade também A SEU FAVOR. Escrevo pra lhe alertar de que as discussões que este movimento levantou sobre as qualidades e legalidades do Projeto NovoRecife são fundamentais mas escondem o que, pra mim, é o VERDADEIRO CENTRO destas manifestações. Arquitetura, Urbanismo, Patrimônio Histórico e Cultural etc..., lhe asseguro que não há consenso sobre estes assuntos nem DENTRO do movimento. O que de fato parece unir as mais de 10 mil pessoas envolvidas nesta luta é algo que talvez seja importante TAMBÉM PRA VOCÊ: o direito de influenciar o FUTURO da cidade em que vivemos. Se você acredita em democracia e ama o Recife também deve ter opiniões sobre como ele poderia ser melhor. Porém, como é raro um consenso sobre o que é O MELHOR, é essencial que as cidades possuam plataformas onde seu desenvolvimento seja NEGOCIADO entre os que vivem ali. Cidades não são mais agradáveis porque são mais ricas ou tem melhores gestores, e sim porque possuem melhores mecanismos para equacionar – de forma mais democrática, justa e inclusiva – os vários interesses que a fazem se desenvolver e melhorar. O que o #OcupeEstelita veio demonstrar (só pelo fato de existir!) é que as plataformas institucionais de negociação que controlam o desenvolvimento do Recife estão FALIDAS e precisam EVOLUIR. O prefeito Geraldo Júlio o demonstra quando diz que, aprovado em sua gestão, o Projeto NovoRecife “seria melhor”. O consórcio NovoRecife o demonstra quando aceita, por pressão da sociedade, duplicar o valor das contrapartidas para a cidade. Ora, se o projeto era bom e o mecanismo de aprovação justo e legal, por que a concessão? Não, caro amigo, se os processos de desenvolvimento urbano do Recife fossem saudáveis teríamos hoje mais áreas verdes, esgoto, fiação embutida, e uma malha de transporte eficiente e multimodal. Ora, a bicicleta existe a mais de 100 anos, porque só agora se fala em ciclovias, e não a 50, 60 anos como na Europa? Ah tá, porque na época nossa melhor ideia foi a Dantas Barreto… Garanta o seu direito de participar desta (R)evolução! ‪#‎ResisteEstelita‬ #OcupeEstelita Texto de Carlos Fernando Eckhardt

quarta-feira, 4 de junho de 2014

“Clitóris, Prazer Proibido”

O documentário inédito
“Clitóris, Prazer Proibido”
explora o órgão cuja única função é proporcionar prazer às mulheres. Médicos, educadores sexuais, estudiosos do comportamento e mulheres em geral dão depoimentos sobre o tema. Por séculos, o clitóris conseguiu a façanha de aparecer e desaparecer diversas vezes. O primeiro anatomista a fazer referência a essa parte do corpo feminino foi Ronaldo Columbus, em 1559, quando o descreveu como a “cidade do amor”. O filósofo francês René Descartes, 100 anos depois, achou que tivesse feito a descoberta. Para ele, sem o prazer clitoriano, as mulheres não se submeteriam à maternidade. Mas depois disso, o clitóris caiu no esquecimento por muitos anos, até que em 1884, George Cobald publicou uma série de desenhos que não poderiam mais ser negligenciados pela ciência. Uma das entrevistadas no documentário é a médica Helen O´Connell, pesquisadora de Melbourne considerada uma das especialistas em clitóris. Ela explica o funcionamento do órgão e afirma que não há um “ponto G”. Segundo a entrevistada, o clitóris é maior do que se pensa, e está ligado a todo orgasmo feminino. Veja o documentário neste link: http://videos.blog.br/clitoris-prazer-proibido-documentario/